06/10/2017

O Continente - Erico Verissimo


Título: O Continente                                                     Editora: Companhia das Letras
Ano: 2004                                                                            Compre aqui: Loja Companhia das Letras
Páginas: 416                                                                       Skoob
Autor: Erico Verissimo

Sinopse: A trilogia O Tempo E O Vento, que inaugura o relançamento da obra completa de Érico Veríssimo pela Companhia das Letras, é a mais famosa saga da literatura brasileira. São 150 anos da história do Rio Grande do Sul e do Brasil que o escritor compôs em três partes - O Continente, O Retrato e O Arquipélago -, publicadas entre 1949 e 1962. O primeiro volume de O Continente abre a trilogia. Érico mergulha no passado do Rio Grande do Sul e do Brasil em busca das raízes do presente. O país vive um momento de redescoberta de si e de redefinição de caminhos, com o fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial, e o começo da Guerra Fria. Essa é a moldura para sua visão vertiginosa da violência e das paixões na definição da fronteira e nas guerras civis de seu estado natal. O Continente, segundo o crítico literário Antonio Candido "um dos grandes romances da literatura brasileira", lança o leitor em plena ação, durante o cerco das tropas federalistas ao Sobrado do republicano Licurgo Cambará, em 1895, para em seguida retroceder um século e meio e mostrar as origens míticas e históricas do clã Terra Cambará. Acompanhando a formação dessa família, Érico nos apresenta toda a saga. O projeto gráfico de Raul Loureiro e as ilustrações do artista plástico Paulo von Poser respeitam o espírito das primeiras edições de Érico Veríssimo, acompanhadas meticulosamente pelo próprio escritor - que chegava a desenhar esboços de personagens e cenários. Além de ilustrar as páginas iniciais de todos os volumes, Paulo von Poser desenhou o mapa do Rio Grande do Sul que ilustra O Continente.

Oiii gente, tudo bem?
Hoje trago a resenha de um dos livros que estava na minha lista dos livros não lidos da minha estante. Esse no qual trago aqui li ele a uns 2 anos atrás e com o tempo fui sentindo saudades de cada personagem, pois mexem comigo de uma maneira incrível.

Não resisti e tive que ler novamente, ainda mais que é uma obra do Erico Verissimo, tenho uma paixão pela sua escrita e possuo uma quantidade notável de livros de sua autoria na minha estante. 

O Continente foi um livro que comprei na obrigação, vamos se dizer, estava terminando meu ensino médio e minha professora pediu que fizéssemos um seminário da obra. Tive que correr e comprar, porque as edições da biblioteca tinham terminado e aqui onde eu moro a obra custava R$50,00 um valor bem caro, porém era novo. Com isso, fui ao sebo da cidade ao lado e encontrei-o por R$15,00 praticamente novo, nas fotos abaixo vocês verão como está a edição. Fiquei bem feliz com isso e desde então se tornou um dos meus favoritos.


Todos naquele sobrado estavam com medo do que aconteceu e o que iria acontecer diante dos fatos que estavam a sua frente, nem sempre tudo fora do jeito que queriam. A guerra havia chegado e trazendo uma tremenda revolução entre as pessoas. Eram sobrenomes renomados que estavam fazendo parte disso, e quem se negasse sofreria o que menos se esperava.

Licurgo era um homem sério, podemos dizer até mesmo sem tal sentimentalismo. Afinal, naquela época a guerra era o que homem queria, não se importaria de perder a mulher. O que não podia mesmo era perder a guerra, a revolução, a luta. Queria ver sangue e participar, mesmo que isso lhe custasse tudo que tinha de valor. Homem que perdia a terra na guerra não tinha respeito nenhum.

"O essencial é não esquecer nunca a existência do inferno, para melhor sentir as delícias do céu." Pág. 51

Onde a fome começara a tomar conta de cada um, era perigoso sair para buscar água no posso e ser bombardeado e morrer fuzilado, pois a cada canto havia alguém a cuidar do sobrado. Estavam a espreita, um passo em falso era morte na certa. Com isso, o sofrimento, a fome, a sede foram aumentando bruscamente, mas ninguém tinha coragem a se atrever a sair, e quem saísse sabia o seu fim.

A cada nova decisão de Licurgo o pessoal ficava preocupado com o que podia acontecer, aliás, todos estavam a perigo do tiroteio atravessar as madeiras simples e fracas do sobrado. Todos corriam risco de vida: Maria Valéria, Alice, Licurgo, as crianças e principalmente Dona Bibiana.

"Sempre que me acontece alguma coisa importante, está ventando." Pág. 102

O livro é dividido em algumas partes: Sobrado, Ana Terra e Um Certo Capitão Rodrigo. Então como de costume irei falar um pouco de cada um para que entendam e quem sabe isso desperte o interesse de cada um.


Ana Terra
Vamos continuar e falar agora sobre a parte da Ana Terra, que pode ser lido como livro independente. 

Ana Terra era uma menina de aço, crescera em um lugar distante da cidade, escondida da população, principalmente de homens. Seu pai Maneco Terra, não queria de jeito nenhum que filha ficasse mal falada na cidade grande, Rio Pardo. Além disso, o homem odiava tudo que podia lhe trazer alegria naquele lugar, músicas principalmente.

Henriqueta mãe de Ana Terra tinha um coração abençoado, puro e de bom agrado. Não entendia como o marido podia ser assim, então costumava aguentar as coisas quieta, mesmo com lágrimas nos olhos a escorrer pela face cansada continuava a obedecer às ordens.

"Chamava-se Ana Terra. Tinha herdado do pai o gênio de mula." Pág. 162

Além disso, Ana tinha outros irmãos cada qual obedeciam seu pai também, então a menina não tinha para onde fugir. Se contentava com o simples cantarolar das suas cantigas enquanto lavava as roupas da família e podia se banhar sempre que quisesse no rio, isso pelo menos a alegrava.

Com o tempo passando, a vida rotineira era seguida, Ana continuava com a tristeza em seu peito na esperança que isso um dia mudaria...mas, uma coisa grave e inesperada aconteceu, quem sabe seria o destino armando pra lhe trazer felicidade ou simplesmente para lhe piorar a vida.

"Noite de vento, noite dos mortos..." Pág. 189

Um homem foi encontrado e situações estranhas começam a acontecer naquele lugar silencioso. Ana começara a sentir o verdadeiro significado de querer conhecer a novidade, e principalmente descobrir o que este homem também escondida que a deixava perturbava de uma maneira estranha e gostosa de se sentir.

Tudo mudara desde a entrada desse estranho chamado Pedro. Ana Terra, não se continha e queria o afastamento e descobrir o que porque sentia tais emoções. Todos naquela casa estavam desconfiados do pobre rapaz, que até então não fizera nada para prejudicar.


Um Certo Capitão Rodrigo
Rodrigo Cambará era um homem alegre, esbanjador dos lugares que entrava e até sincero demais. Gostava de uma guerra, queria suar e morrer nisso, sua vida inteira passou a correr atrás de guerras. Muitas vezes se apaixonava por alguns mulheres das regiões que frequentava, as colocava em sua garupa no cavalo e continuava a seguir sua rotina, na maioria das vezes as largava no meio do caminho, por ter enjoado.

O homem resolvera se meter lá pelos lados de Santa Fé, uma cidade pequena e cansada de tanta guerra, queriam paz e que todos se dessem bem. Aliás todas as moças eram de família direita, nasceram para casar.

"Quem anda cego de amor não sabe se é noite ou se é dia." Pág. 262

Mas, não sossegava de nenhuma maneira, chegou fazendo um escândalo e então começaram a olhar para ele com outros olhos, sabiam que ia dar encrenca e o povo não ia aceitar alguém desordeiro dessa maneira. Juvenal fora o único que se metera a falar com Rodrigo, e até que então se deram bem.

Rodrigo de certo modo gostara de todas as mulheres que vi, queria tê-las e usá-las até então enjoar e trocar. Mas, algo inesperado aconteceu e lhe fizera mudar de opinião desde que vi aquela moça chamada: Bibiana.

"A guerra também é uma loucura. Tudo é uma loucura. Mas eu fico." Pág. 354

Essa sim tinha um jeito duro de se lidar, nenhum homem conseguia conquistar seu coração, era muito bonita e possuía alguns pretendentes, mas nenhum homem a conquistaria, todos eram iguais. Bibiana era mulher de amar apenas uma vez na vida, e este homem estava demorando para aparecer. 

O capitão quando viu a menina se sentiu encantado e começou a imaginar como seria todas as ocasiões que poderiam realizar juntos, só tivera a sorte de ver seu tornozelo e desde então se apaixonou.


A maioria dos habitantes de Santa Fé não gostavam do homem, queriam que ele fosse embora, custe o que custasse. Mas, nem tudo era assim. Rodrigo queria sossego, mas ao mesmo tempo queria guerra, como sempre dizia, não morrerei numa cama, homem que é homem morre na guerra. Era isso seu sonho, não nascera para ser homem quieto de ficar em casa.

Com o tempo, novos momentos voltaram acontecer entre ele e Bibiana. Situações graves estavam previstas, novas guerras, novas mortes. Era isso que lhe faltava, mas em muitos momentos seu coração negava isso, apenas queria descansar no colo de Bibiana e ali criar sua família. 


Bom gente, é um livro maravilhoso de se realizar a leitura, quem sabe eu não tenha me expressado ou dito palavras muito certas, pois qualquer coisa dita poderia entregar de fato a história.

O Continente é a abertura de uma trilogia que relata sobre as guerras, entre castelhanos e povos, é o momento de saber como sofriam tanto. A obra é tida com a continuação de O retrato e O Arquipelago. Percorrendo então um século e meio do Brasil, contando todos os detalhes e tristeza que enfrentavam. É nessa obra que encontramos a formação da família Terra Cambará.

É uma história que trata e relata sobre a fundação do povoado de Santa Fé, em 1985. Trazendo com isso personagens que nos fascinam e nos encantam. 

A escrita de Erico Verissimo é incrível, fácil e compreensível. Porém, o autor é bastante detalhista, então para ler tem que ter bastante atenção, pois qualquer parte perdida, mudara completamente o entendimento da obra. 

Sobre o autor:
Erico Verissimo nasceu em Cruz Alta (RS) em 1905, e faleceu em Porto Alegre em 1975. Na juventude, foi bancário e sócio de uma farmácia. Em 1931 casou-se com Mafalda Halfen von Volpe, com que teve os filhos, Clarissa e Luis Fernando. Sua estreia literária foi na Revista do Globo, com o conto “Ladrão de gado”. A partir de 1930, já radicado em Porto Alegre, tornou-se redator da revista. Depois, foi secretário do Departamento Editorial da Livraria do Globo e também conselheiro editorial, até o fim da vida.




Espero que tenham gostado dessa resenha!
Até a próxima.

29 comentários:

  1. Eu tenho poucos livros dele na minha estante, infelizmente. Os livros de autores nacionais "mais clássicos" tendem a ser exorbitantemente caros e por essa razão qnd li essa maravilha eu estava no colégio e pegava na biblioteca do mesmo. É impossível não amar essa história e querer relerr e reler, os personagens são realmente cativantes.

    Raíssa Nantes

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  2. Nossa, que resenha e tanto hein?
    Não é meu estilo literário, infelizmente, mas admiro muito quem curte.
    Parabéns!

    Beijo!

    #Ana Souza
    https://literakaos.wordpress.com/

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  3. Oi Morgs! Minha mãe tem esse livro aqui em casa e estou sempre falando que vou ler, mas fico meio receosa por não ser meu estilo de leitura. Gostei da sua resenha, lá vou eu separar novamente rs Bjs Tell me a Book

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  4. Oi Morgs,
    Nunca li nada do Veríssimo, acredita? Um clássico como esse e eu nunca li. Achei muito bacana você ter lido para fazer um trabalho de escola e ter gostado tanto que acabou relendo. Tenho trauma dos livros que eu tinha que ler na escola, pois era raro eu gostar de algum.
    Vou anotar a dica!
    Beijos
    Blog Relicário de Papel

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  5. Olá Morgs, tudo bem?
    Menina que dica maravilhosa.
    Eu não conhecia esse livro, mas compraria ele só pela edição belissima que você apresentou nas suas fotos. Amei a sua resenha e se tiver a oportunidade certamente irei adquririr a obra.
    Beijos

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  6. Menina que livro mais maravilhoso é esse? Eu sempre quis ler algo do Erico Veríssimo mas não sabia onde procurar, tanto que essa é a primeira resenha de uma obra dele que leio e eu adorei! Com certeza vou querer ler!

    Beijinhos!

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  7. Infelizmente, ainda não li nada dele, mas tenho muita curiosidade nas obras que ele possui.
    Não conhecia essa obra, mas já vou correndo colocar na lista, acho que quando eu for ler vou amar demais, ainda mais por ter um fundo histórico - adoro livros que misturam a história e ficção.
    Adorei saber que o livro é dividido em partes, as vezes os livros se tornam ainda melhor.
    Adorei a resenha, parabéns ❤
    Beijos ❤

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  8. Olá! Tudo bom?
    menina eu amo esse autor, nossa a escrita dele é demais, nunca li especificamente esse, mas acredito que sim deva ser maravilhoso.
    Beijos, Joyce de Freitas.

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  9. Oi Morgs, já tem um tempão que não leio nada do Érico Veríssimo, estava até olhando Ana Terra para ler. Não conhecia esta trilogia dele, vou dar uma olhada, quem sabe venha a ler.
    Bjs, Rose

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  10. Olá, tudo bem?

    Bate até uma vergonha em dizer que nunca li nenhum livro dele. Acabei lendo outros clássicos para escola, mas não sinto vontade nenhuma de reler. Mas gostei da dica, vou anotar pra quem sabe em breve eu leia.

    Beijos

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  11. Oi, Tudo bem?

    Tenho que falar que amei o post pois apresenta um livro que eu não conhecia e que parece ser uma ótima dica de leitura.

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  12. Olá! Ai que tudo encontrar um livro novinho no sebo por menos de 1/3 do preço! Adoro quando isso acontece! E por se tratar de um escritor brasileiro, admiro ainda mais! Só li (há muito muito tempo) para o vestibular "Um certo capitão Rodrigo" e achei muito cheio de detalhes (que na época considerei chatos, pela falta de maturidade). Mesmo se tratando de uma escrita leve e fácil de ler, realmente o excesso de detalhes é muito típico de nossos escritores, mas atualmente percebo como isso só engrandece a história. Adorei a ilustração também!
    Beijos!
    Karla Samira
    http://pacoteliterario.blogspot.com.br/

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  13. Olá!! :)

    Eu confesso que nunca tinha ouvido falar deste livro, mas ainda bem que gostaste! Eu acho que a parte gráfica não me cativou muito, mas espero que o resto o faça.

    Sim! Mesmo que me soe um pouco denso, acho bem interessante, e esse mapa e a historia que desenvolveste, deixou me curioso! :)

    Boas leituras!! ;)
    no-conforto-dos-livros.webnode.com

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  14. Oi Morgs,
    Não li esse livro ainda, mas já ouvi muitos elogios para o autor e já li alguns textos separado dele. Você parece ter pago um preço muito bom nele, comparado com que estavam pedindo por ele. Também parece ter aproveitado apesar da leitura 'obrigatória'.
    Vou anotar a dica e tentar ler, preciso navegar por esses mares mais profundos rs.
    Beijos

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  15. Amiga, eu não conhecia esse livro e fiquei muito curiosa com ele. Adorei a sua resenha e espero ter a oportunidade de ler esse livro, gostei muito de conhecê-lo aqui em seu blog e até anotei o nome para comprar assim que possível.

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  16. O mesmo aconteceu comigo com Dom Casmurro, tive que ler por obrigação, corri na sebo e hoje é um dos meus livros favoritos. Não me recordo de ter lido algo do autor, mas pelo visto O Continente é uma ótima pedida.
    Adorei a dica.

    Beijos.
    https://cabinedeleitura0.blogspot.com.br/

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  17. Oiii tudo bom?

    Não li esse livro ainda mas o autor é sempre muito elogiado, com certeza parece ser uma leitura que vale a pena.

    Beijos

    aliceandthebooks.blogspot.com

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  18. Oi Morgs,
    Tudo?
    Então, devo confessar uma coisa esse é um dos únicos livros que eu amei ler quando estava no ensino médio,rs. Sim é um clássico, mas ele mexeu muito comigo mesmo naquela época talvez por contar da história do RS e eu ser gaúcha não sei, lembro que fizemos até um teatro sobre o mesmo da parte da Ana Terra e eu tive que interpretar um gaúcho ahahah. Enfim, amo esse livro e tenho a coleção toda do Tempo e o Vento aqui em casa, como você mesma disse os livros são caros e consegui os meus por uma troca e são nossos "xodózinhos", quero voltar a reler algum dia com certeza.Excelente dica.
    Beijos
    Raquel Machado
    Leitura Kriativa
    leiturakriativa.blogspot.com

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  19. Olá! Há um tempo estou querendo ler essa trilogia, o autor é muito importante para a literatura e os livros são essenciais mesmo, tem todo um contexto histórico e posso perceber que ele pensou bastante ao escrever o livro e caracterizá-lo. Adorei saber suas impressões, visto que cê gosta tanto dele, fiquei ainda com mais vontade de ler.

    Beijos!

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  20. Oie,
    Não conhecia o livro apesar de já ter feito leitura de algumas coisas do Veríssimo. Achei bem legal a história. Anotada a dica.
    Beijinhos

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  21. Olá, Morgs!
    Não li esse livro maravilhoso, mas conheço essa famosa saga da literatura brasileira, através da minissérie produzida pela TV Globo. Mas, com certeza, essa é uma obra que deve ser relida algumas vezes, de tão bom que é!!
    Beijo

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  22. Olá, eu me lembro de ter feito um trabalho na escola sobre o autor e até encenamos uma peça sobre um treço de O Tempo e o Vento. Listei suas obras, mas essa confesso que não sei nada a respeito, a não ser que ele é o autor. Gostei muito de conhecer e de tê-la trazido para nós, pois não sempre que encontramos clássicos nacionais nos blogs que visitamos. Parabéns! Bjs

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  23. A única vez que li algo de verissimo foi no ensino fundamental e nem me recordo direito, sou curiosa em ler o arquipélago mas me falta mais motivação, o autor é incrível e adoro a história de vida dele.

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  24. Oii
    Sou apaixonada por essa história! Tenho muita vontade de continuar lendo, pois parei depois que li os dis volumes de o continente. só em pensar que tem mais 5 livros me desanima e anima ao mesmo tempo. Que bom que você gostou. Nada como conhecer um pouco da história do estado com um pouco de uma bom ficção!
    Bjus

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  25. Olá
    nunca li nada do autor mas gostei da dica e do enredo, é um autor famoso e que provavelmente lerei em algum momento com mais paciência para esse tipo de narrativa, parabéns pela resenha

    beijos
    http://www.prismaliterario.com.br/

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  26. oi,Morgs. Tenho alguns volumes dessa obra mas tudo em separado, Um certo capitão e Ana Terra e mais outros da coleção... pretendo ler, ainda mais por ter uma personagem xará minha hahaha Um amigo muito querido me indicou essa obra e quero ler...
    bjs

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  27. Olá, Morgs.
    Ainda não li nada desse autor, e olha que falam super bem dele, é tipo uma leitura obrigatória.
    Fiquei meio confusa com o livro, mas pelo que percebi, são três histórias distintas, mas que contém bastante amor. Fiquei interessada pela leitura!

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  28. Acredita que eu ainda não li esse livro? Guria, morro de vergonha ao falar nisso, porém não li ainda. Isso porque na biblioteca não tem a coleção completa e não tive tua sorte de achar tão barato num sebo. MAS HEI DE LÊ-LO. A história (personagem) que me causa mais curiosidade é a Ana Terra. Tô bem empolgada pra conhecer melhor além do filme.

    ;*

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  29. Oi.
    Não conhecia o livro, a capa não me agradou muito, na verdade o livro não é um livro que eu leria, mas achei a resenha maravilhosa, muito completa, bem escrita e organizada, amei as fotos.
    Parabéns.

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